A qualidade e quantidade de água que ingerimos é determinante na
nossa saúde.
Inquestionável! E se a esta informação acrescentarmos novos
elementos, conhecimento de que poderemos beneficiar? Sem o fluxo de
água pura, limpa, não há abundância nem vida! Há rituais de indígenas
cujo propósito é assegurar a sua qualidade; eles têm o conhecimento e a
sabedoria, compreendem a natureza sagrada da água e honram-na
através de cerimónias.
O mundo dito civilizado perdeu a conexão sagrada com a água; esta
tornou-se um recurso usado na atividade humana, sem a preocupação
com a sua natureza mais profunda. As águas ficaram poluídas, tóxicas,
disseminadoras de morte. O ecossistema ficou desequilibrado e a vida
insustentável nalgumas zonas do planeta. A poluição instalou-se. Não só a
água, a Terra em geral, está contaminada, fora do equilíbrio natural e nós,
seus habitantes, cuja natureza é maioritariamente água (70%), sofremos
as consequências inerentes; e o que fazemos?
Compete-nos então alterar o que nos destrói e intervir
conscientemente no processo de recuperação.
O contributo do investigador Japonês Masaru Emoto é notável e
revolucionário na sua simplicidade.
Estabelece uma relação entre a estrutura molecular da água e o poder
do pensamento que lhe é dirigido.
No seu estudo, investigou os padrões de cristalização da água
submetida a vibrações positivas, negativas ou neutras. O impacto das
palavras, intenções, música,.., direcionadas com elevada vibração, poderá
restaurar a sua pureza, os seus códigos de luz. Significa que nós humanos,
poderemos agir e assim, contribuir para a cura e regeneração das nossas
águas internas e externas.
A cura pela água é ancestral, os métodos evoluem de acordo com as
necessidades e esse caminho requer informação e adaptabilidade à nova
linguagem, própria de qualquer processo evolutivo.
Continuamos presos ao que vai colapsando ou temos abertura para
integrar novos conceitos? Temos caminhos de expansão disponíveis
mesmo que ainda não sejam reconhecidos cientificamente. Explorá-los,
usá-los para intervir em nós, na humanidade, no planeta, será desejável.
A sua aceitação é sempre opção pessoal, contudo, torna-se urgente
decidir!! A vida mostra-o diariamente.
Termino a minha participação neste projeto referente ao Ano letivo 2025-
2026 com o meu contributo para um tema que considero sensível, que
nunca é demais abordá-lo e sobretudo numa perspetiva cuja dimensão vai
para lá do bom uso e utilização consciente da água, enquanto elemento
ameaçado por inúmeros fatores, de má utilização.
Agora tempo de férias, tempo quente, aumento do consumo de água…!
Necessidade de parar, refletir, descansar, repor energias, alterar rotinas.
Encontrar espaço para ouvir o silêncio, suspender a interação permanente
que, sem a condenar, poderá em excesso, tornar-se destrutiva e perigosa.
Somos absorvidos pela máquina e este processo ameaça a serenidade tão
necessária ao equilíbrio emocional.
O ruído desestabiliza e o silêncio não significa ausência de comunicação!
Podemos sentir-nos sós no meio da multidão e podemos sentir-nos bem
acompanhados apenas pela nossa própria companhia!
Ter tempo para os afetos, para a contemplação de um por do sol, não
pressionados pelos horários do fim de dia….,o jantar a horas, o deitar a
horas!
Ter tempo para alterar rotinas que nos reposicionem quanto à
considerável “inerência” do consumo exagerado deste precioso Bem…e
ainda para a recuperação da sua qualidade.
Desejo excelentes férias a todos, que elas nos tragam a oportunidade de
parar, descansar e sobretudo de nos centrarmos, com tempo suficiente de
qualidade em nós próprios, sem as pressões quotidianas a interferirem no
tempo que nos é necessário e nem sempre suficiente, para agendas tão
excessivas! Sendo nós grande percentagem de água, contribuir para a cura
e regeneração das nossas águas internas poderá ser um TPC para férias!
Maria de Lourdes Santos
18 de Junho de 2026
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