01/07/2026

AGUA BEM PRECIOSO


A qualidade e quantidade de água que ingerimos é determinante na

nossa saúde.

Inquestionável! E se a esta informação acrescentarmos novos

elementos, conhecimento de que poderemos beneficiar? Sem o fluxo de

água pura, limpa, não há abundância nem vida! Há rituais de indígenas

cujo propósito é assegurar a sua qualidade; eles têm o conhecimento e a

sabedoria, compreendem a natureza sagrada da água e honram-na

através de cerimónias.

O mundo dito civilizado perdeu a conexão sagrada com a água; esta

tornou-se um recurso usado na atividade humana, sem a preocupação

com a sua natureza mais profunda. As águas ficaram poluídas, tóxicas,

disseminadoras de morte. O ecossistema ficou desequilibrado e a vida

insustentável nalgumas zonas do planeta. A poluição instalou-se. Não só a

água, a Terra em geral, está contaminada, fora do equilíbrio natural e nós,

seus habitantes, cuja natureza é maioritariamente água (70%), sofremos

as consequências inerentes; e o que fazemos?

Compete-nos então alterar o que nos destrói e intervir

conscientemente no processo de recuperação.

O contributo do investigador Japonês Masaru Emoto é notável e

revolucionário na sua simplicidade.

Estabelece uma relação entre a estrutura molecular da água e o poder

do pensamento que lhe é dirigido.

No seu estudo, investigou os padrões de cristalização da água

submetida a vibrações positivas, negativas ou neutras. O impacto das

palavras, intenções, música,.., direcionadas com elevada vibração, poderá

restaurar a sua pureza, os seus códigos de luz. Significa que nós humanos,

poderemos agir e assim, contribuir para a cura e regeneração das nossas

águas internas e externas.

A cura pela água é ancestral, os métodos evoluem de acordo com as

necessidades e esse caminho requer informação e adaptabilidade à nova

linguagem, própria de qualquer processo evolutivo.

Continuamos presos ao que vai colapsando ou temos abertura para

integrar novos conceitos? Temos caminhos de expansão disponíveis

mesmo que ainda não sejam reconhecidos cientificamente. Explorá-los,

usá-los para intervir em nós, na humanidade, no planeta, será desejável.

A sua aceitação é sempre opção pessoal, contudo, torna-se urgente

decidir!! A vida mostra-o diariamente.

Termino a minha participação neste projeto referente ao Ano letivo 2025-

2026 com o meu contributo para um tema que considero sensível, que

nunca é demais abordá-lo e sobretudo numa perspetiva cuja dimensão vai

para lá do bom uso e utilização consciente da água, enquanto elemento

ameaçado por inúmeros fatores, de má utilização.

Agora tempo de férias, tempo quente, aumento do consumo de água…!

Necessidade de parar, refletir, descansar, repor energias, alterar rotinas.

Encontrar espaço para ouvir o silêncio, suspender a interação permanente

que, sem a condenar, poderá em excesso, tornar-se destrutiva e perigosa.

Somos absorvidos pela máquina e este processo ameaça a serenidade tão

necessária ao equilíbrio emocional.

O ruído desestabiliza e o silêncio não significa ausência de comunicação!

Podemos sentir-nos sós no meio da multidão e podemos sentir-nos bem

acompanhados apenas pela nossa própria companhia!

Ter tempo para os afetos, para a contemplação de um por do sol, não

pressionados pelos horários do fim de dia….,o jantar a horas, o deitar a

horas!

Ter tempo para alterar rotinas que nos reposicionem quanto à

considerável “inerência” do consumo exagerado deste precioso Bem…e

ainda para a recuperação da sua qualidade.

Desejo excelentes férias a todos, que elas nos tragam a oportunidade de

parar, descansar e sobretudo de nos centrarmos, com tempo suficiente de

qualidade em nós próprios, sem as pressões quotidianas a interferirem no

tempo que nos é necessário e nem sempre suficiente, para agendas tão

excessivas! Sendo nós grande percentagem de água, contribuir para a cura

e regeneração das nossas águas internas poderá ser um TPC para férias!


Maria de Lourdes Santos 

18 de Junho de 2026

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