A geração
de amanhã sonha!
Mas… não
será que cada vez mais
Sonha
passivamente?
De ecrãs
dependente
Espectadora
da criatividade alheia
Presa a
inovação atrás de inovação
Por
slogans e slogans invadida
Grande é
a tentação
O lazer
privilegiar
Comprar,
beber, viajar
A afadigada
rotina
Do quotidiano
tolerar…
Em
proventos parca
Casa ter
nem pensar
Ou
sequer casar
Adiado o
futuro
Pairam
promessas no ar
Tarda a
alternativa
Sobra a
incógnita perante a vida
Mas… a
geração de amanhã sonha!
Maria Silveira
2025.12.20
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