Eis que surgiu a tempestade
Com destruição de sul a norte
As estruturas então revelaram
Fracos alicerces e pouco suporte
Várias vidas foram ceifadas
Casas e florestas destruídas
Gritos de revolta, apoios solidários
Lamentos de perdas, gente ressentida!
É preciso unir esforços
Neste jardim tão descuidado
Prevenir novas tempestades
Ter o País bem preparado
E depois da tempestade
Dizem que vem a bonança
Que cumpram com o prometido
Para não iludirem a esperança
Assim vai este País
Que nunca aprende a lição
Gasta muito em “foguetórios”
E fica com as “calças na mão”
Francisco Lourenço
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